A ex-delegada da Mulher, que hoje é uma das maiores autoridades do RN em assuntos de combate à violência contra o público infantil, feminino e também homossexual, explicou ao JH PRIMEIRA EDIÇÃO que as novas regras, embora sejam mais rígidas, também proporcionam ao juiz a aplicação de uma penalidade mais branda, alternativa. "O problema é que ele não terá como fazê-la, uma vez que, no estado, não existe nenhum Centro de Reabilitação e Reeducação do Agressor. Ou seja, restará ao magistrado apenas uma possibilidade: o confinamento".
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